October 10, 2009 by kiros
Após se alimentar com um pouco da comida seca que tinha, Erik prestou mais atenção em sua volta. Ele estava num pequeno espaço dentro dos braços das motanhas. Paredes íngrimes se erguiam em quase todos os lados. No pequeno trecho praticamente intransponível que marcava o fim da trilha, uma grande e pesada teia branca permanecia intácta e solitária. A pequena queda na noite anterior o livrara do incômodo da teia.
Apesar de o dia já ter nascido na vila onde morava, o sol não atingia o lugar em que ele estava, tornando o local permanentemente úmido e impedido que plantas ou árvores crescecessem alí. Continue Reading »
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September 23, 2009 by kiros
O Início da Jornada
Erik acordou com muita dor de cabeça. O luz do sol já começava a aparecer no leste sobre as montanhas. Seus braços e pernas alternavam entre dormência e dor profunda.
Quando tentou levantar,, se apoiando nos braços, uma dor aguda lhe atingiu na altura do pulso esquerdo, fazendo-o soltar um terrível grito. Continue Reading »
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September 5, 2009 by kiros
Uma Última Olhada
Por causa do cansaço físico e mental do dia anteiror, Erik demorou mais que o costumeiro para acordar. Quando o fez, pôde ouvir o som da chuva pesada que caia sobre as montanhas. Em seu quarto algumas goteiras emitiam um som contínuo e hipnótico. “ping-ping-ping” Demorou algum tempo para Erik despertar do transe e ver que já havia uma poça dágua no chão onde o grimório mágico estava.
Na noite anterior ele não se dera ao trabalho de guardar adequadamente suas coisas, apenas as largando no chão; agora Erik corria horrorizado com a possibilidade de o livro-porfessor estar destruído. Continue Reading »
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Problemas a Caminho
Eles não se demoraram muito após terem vencido o robgoblin e afugentado os demais. Nenhum deles a princípio quis examinar o robgoblin caído, mas quando começaram a ir em direção a vila, Karl voltou rapidamente e pegou a espada para sí. “Vamos rápido.” Dizia Igor. “Já está anoitecendo e já devíamos ter chego na vila, precisamos chegar lá antes que algum grupo saia em nossa procura.”
Eles correram e cambalearam a maior parte do caminho. Na descida para a plataforma dos bodes Erik tropecou e rolou a frente dos demais. Algo parecido aconteceu com Hagar na subida do outro lado, mas este soube evitar rolar trilha abaixo.
Eles estavam cansados e famintos. Haviam comido quando estavam parados nas margens do Rio Novo, mas os eventos recentes faziam-los se sentirem como se não tivesse comido nada desde o dia anterior. Continue Reading »
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Continuacão do Cap 2 – Primeiros passos.
O capítulo anterior pode ser visto neste post junto com o primeiro capítulo.
O inexeperado trabalho noturno deixara Erik cansado, mais cansado do que quando ficava o dia todo trabalhando com seu pai. Quando deitou novamente em sua cama era apenas para ficar alguns momentos até sua mãe vir chamá-lo para o café, mas acabou caindo em sono pesado e só acordaria no final da tarde.
Porém a sua mãe passou pela cozinha antes de ir até o quarto dele, ela notou a lanterna ainda quente e não o chamou como ele esperava. Apenas sentou em seu lado.
“Durma bem meu querido.” Ela começou a falar aos sussuros para não acordá-lo. “Eu sei que você está acordado desde que seu pai saiu. Eu também estou, mas ainda não consigo dormir. É um alívio pra mim ver que você finalmente conseguiu.” Tendo dito isto ela saiu do seu quarto e ficou o dia todo tendo se manter ocupada mas muito preocupada com seu marido. Continue Reading »
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O Achado
Ainda não havia amanhecido quando o jovem rapaz levantou da cama. Na noite anterior, antes de ir dormir, seu pai lhe mandara acordar cedo e ir buscar lenha, o tempo era de chuva, e eles tinham pouca guardada para usar na forja.
Seu pai era o único ferreiro da pequena vila montanhosa, quando jovem, ele fora para a grande cidade aos pés da montanha estudar forja. Depois de alguns anos, ele voltara para sua terra natal e passara a fazer armas de excelente qualidades para a milícia. Porém, com o tempo os ataques dos goblins, criaturas humanóides de aparência horrenda e de coração malígno, pararam e a milícia perdeu sua função.
As lanças viraram arpões na pesca do pequeno lago perto da vila, os escudos tornaram-se bandejas assim como os elmos viraram vasos para plantas que raramente floresciam, e as espadas acabaram perdidas em algum armário escuro.
Erik nunca vira um soldado da milícia trajado para combate, tão pouco vira um goblin, mas achava que sabia indentificar um pelas histórias que seu avô lhe contava quando ainda era vivo.
Ele tomou o pobre café da manhã rapidamente, tendo apenas algumas fatias de pão seco e um copo de água para ajudar a engolir. Assim que terminou, ele colocou mais algumas fatias junto com pedaço também seco de carne de bode e um cantil com água numa sacola de couro.
Passou na ferraria, pegou alguns rolos curtos de corda que iria precisar para amarrar a madeira que ia pegar assim como uma pequena machadinha de lenha para caso de necessidade. Continue Reading »
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Última versão (mentira, escrevi mais, mas ainda não está “publicável”) sobre o Livro que estou escrevendo.
Segue link: Agatha
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Corri o mais rapido que as minhas pernas de um garoto de 12 anos permitiam, entrando na primeira porta que encontrei a frente.
O corredor que se seguia era totalmente escuro, com sua única luz vindo do salão que havia acabado de deixar pra trás. Enquanto corria desesperadamente, uma forte badalada sacudiu a torre, indicando que já havia se passado uma hora desde que eu passara pela porta de entrada. O susto que levei com o sliêncio sendo cortado tão repentinamente me fez tropeçar em meus próprios pés e cair espalhado no chão. Continue Reading »
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Quando criança eu residia numa pequena cidade no interior esquecido da Grã-Bretanha. Lembro que nossa casa era uma grande mansão, grande demais para nossa pequena família, que eram meus pais, meu irmão e irmã menores e eu.
Como não tínhamos criados, nossos pais não tinham como cuidar de toda a casa, sendo assim, nós morávamos de fato em uma pequena parte do complexo.
Assim como grande parte da casa, todo o terreno atrás dela era descuidado, e a grande torre, já escondida em meio ao mato que cresceu a sua volta era praticamente inacessível.
Papai contou que nosso tataravô construiu tudo e deixou de herança, mas seu pai perdeu quase toda a fortuna da família, ficou com a casa apenas porque ninguém mais queria. Continue Reading »
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As I don’t like how the last waking up was written, I will do it again. The main character should be less powerfull, or better saying, powerless.
By the way, it’s a totaly rebuild of the history!
I woke up in the midle of the grass. My whole body in pain, so as my head. With great difficult I stand up and look arround, no signal of living creature, everything around me in such dammed silence.
Was not easy to find out where I was. But, after few mistakes, I managed to find a disguised route. The track was well hidden, just a little evidence of softened grass, probably the way what I used to come up here in first place. Continue Reading »
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